A curcumina está entre os compostos naturais mais estudados pela ciência, com milhares de publicações ao longo das últimas décadas.
• Redução de marcadores inflamatórios
Meta-análise mostrou queda de CRP e hs-CRP em diferentes condições inflamatórias.
Gorabi et al., 2022 
• Menos dor e melhora de função articular
Meta-análise em osteoartrite de joelho mostrou melhora de dor e função com curcumina.
Feng et al., 2022 
• Efeito sintomático comparável ao ibuprofeno, com possível vantagem gastrointestinal
Em osteoartrite de joelho, extrato de cúrcuma teve resultado comparável ao ibuprofeno, com menos dor e distensão abdominal no grupo cúrcuma.
Kuptniratsaikul et al., 2014 
• Melhora de colesterol e triglicerídeos em síndrome metabólica
Curcuminoides com piperina reduziram LDL e triglicerídeos em relação ao placebo.
Panahi et al., 2014 
• Melhora de sintomas depressivos em estudo clínico
Ensaio duplo-cego mostrou melhora significativa em sintomas depressivos em comparação ao placebo.
Lopresti et al., 2014 
• Absorção faz diferença
O relatório destaca que a biodisponibilidade oral da curcumina é baixa e que formulação importa, chegando a alterar a biodisponibilidade em até 2000% em humanos.
Shoba et al., 1998 
• Recuperação muscular e pós-treino
Seu material já referencia Tanabe et al., 2019 para redução de dano muscular induzido por exercício e apoio à recuperação. 
• Longevidade celular e vias relacionadas ao envelhecimento
Seu material também já referencia Zhao et al., 2021 para atuação da curcumina em vias celulares ligadas ao envelhecimento. 
• Comparação com diclofenaco
Seu material de marca já usa Shep et al., Trials, 2019 como referência para efeito comparável ao diclofenaco em dor, com melhor tolerabilidade gastrointestinal no estudo. 
Não basta tomar cúrcuma. É preciso entender a absorção, a formulação e a consistência de uso. É aí que sua escolha da fórmula faz diferença. 
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